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O autodeclarado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, reuniu-se hoje (18) com integrantes da sociedade civil do país que estão dispostos a organizar comitês denominados de Ajuda e Liberdade em favor de seu eventual governo e crítico da gestão de Nicolás Maduro.

“Hoje seguimos dando passos importantes para ativar a organização dos comitês de Ajuda e Liberdade, que estarão na vanguarda para levar adiante a grande Operação Liberdade”, disse Guaidó na sua conta no Twitter.

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Guaidó se reuniu com trabalhadores de Corpoelec, uma corporação estatal que engloba dez empresas do setor elétrico. O encontro ocorre após um prolongado período de apagão que atingiu 22 dos 23 estados venezuelanos.

Segundo o autodeclarado presidente, durante o encontro, na Assembleia Nacional da Venezuela, os trabalhadores expressaram que “apesar da perseguição e ameaças” estão dispostos a seguir adiante “nossa luta”.

Exteriores

O interino comemorou o fato de três militares e diplomatas, designados por ele, terem assumido hoje seus cargos nos Estados Unidos: dois estão em sedes militares em Washington e um no consulado em Nova York.

Guaidó destacou ainda o fato da embaixadora Fabiola Zavarce assumir a representação diplomática venezuelana no Panamá. A embaixadora María Teresa Belandría foi designada para o Brasil no começo do ano e manteve várias reuniões com autoridades brasileiras.

O interino é reconhecido como presidente legítimo por cerca de 50 nações, incluindo Brasil, Estados Unidos, Argentina, Chile, Paraguai e outros.  Maduro conta com apoio de Rússia, Cuba e China entre outros.  

Um porta-voz do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) conclamou nesta segunda-feira seus seguidores a atacar as forças curdas na Síria, enquanto os jihadistas combatem em seu último reduto no leste do país devastado pela guerra.

Em áudio publicado no Telegram, o porta-voz do EI pediu que os membros do grupo nas áreas controladas pelas Forças Democráticas Sírias (FDS), lideradas pelos curdos, devem "vingar o sangue de seus irmãos e irmãs".

"Instalem dispositivos explosivos, posicionem franco-atiradores", disse o porta-voz, que de identificou como Abi Hassan al Mujahir.

As FDS - aliança de combatentes curdos e árabes - contam com o apoio da aviação da coalizão internacional anti-EI para tirar os jihadistas de seu último reduto, em Baghuz, localidade da província de Deir Ezzor, na zona da fronteira iraquiana.

Os combates prosseguiam nesta segunda-feira e as FDS consolidaram as posições conquistadas na véspera, após duros combates e intensos bombardeios.

"Nossas forças avançam, mas os combates prosseguem", disse à AFP Jiaker Amed, porta-voz das FDS.

O presidente Jair Bolsonaro comentou que há dois anos já "sofria ataques" das "fake news" e de "grande parte da mídia, que estava contra nós nas eleições." Ele traçou um paralelo com o presidente dos EUA, Donald Trump, que aponta que vários meios de comunicação não realizam uma cobertura justa de sua administração nos EUA.

"Eu conheci o senhor Donald Trump há dois anos, nas prévias eleitorais no Brasil", disse Bolsonaro, em um evento com empresários americanos e brasileiros organizado pela US Chamber of Commerce.

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Bolsonaro manifestou-se um admirador também do ex-presidente americano, Ronald Reagan, ao dizer que o povo é que deve conduzir o Estado. "Hoje vocês têm um presidente que admira os EUA", destacou.

De acordo com Bolsonaro, um dos pontos importantes de sua visita aos EUA será tratar da Venezuela. "Temos que resolver a questão da nossa Venezuela. A Venezuela precisa ser libertada."

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi acusado nesta segunda-feira de obter lucros na compra de submarinos pelo seu principal adversário político, o ex-chefe do Estado Maior Benny Gantz.

Gantz, o grande concorrente de Netanyahu nas eleições de 9 de abril, afirmou durante uma entrevista à imprensa que o líder do governo israelense teria recebido da empresa alemã ThyssenKrupp 3,9 milhões de euros como comissão pelo negócio que movimentou dois bilhões de dólares. A suspeita não é nova, pois o premiê já foi investigado sobre o assunto sem ser acusado formalmente.

Em plena corrida eleitoral, Benny Gantz pediu a reabertura da investigação sobre a compra de submarinos alemães, uma venda na qual alguns dos familiares de Netanyahu eram suspeitos de corrupção.

"Criaremos uma comissão para investigar este caso e todos os envolvidos", disse Gantz.

Netanyahu, que apenas foi interrogado durante a investigação desta compra, busca a releição em meio a suspeitas em outros três casos de corrupção.

Theresa May não pode submeter a uma votação no Parlamento "o mesmo" acordo do Brexit rejeitado em duas ocasiões, decidiu nesta segunda-feira o presidente dos Comuns, frustrando os planos da primeira-ministra - a 11 dias da fatídica data da partida decisiva da União Europeia (UE).

De acordo com uma longa tradição parlamentar, "o governo não pode legitimamente reenviar para a Câmara a mesma proposta ou substancialmente a mesma proposta que na semana passada foi rejeitada por 149 votos", disse o presidente John Bercow diante da perspectiva de "uma terceira ou até quarta" votação do texto.

Assim, para os deputados votarem novamente sobre a questão, May deve apresentar algo "substancialmente" diferente, ressaltou.

A decisão do presidente da Câmara dos Comuns cria um novo obstáculo no tortuoso caminho para o Brexit. "Estamos atravessando uma grande crise constitucional", avaliou Robert Buckland, deputado conservador e conselheiro jurídico do governo.

Contudo, faltam poucos dias para 29 de março, dia em que a Grã-Bretanha deve deixar a UE. A chefe do governo iria reenviar nesta semana o mesmo texto para os deputados - que já derrubaram duas vezes, em meados de janeiro e na última terça.

Segundo uma fonte do governo consultada pela AFP, "parece evidente que o presidente (dos Comuns) quis descartar a possibilidade de uma votação nesta semana".

"O problema é que o governo não tem nenhuma margem para modificar os termos do acordo", que Bruxelas já descartou renegociar, destacou Danielle Haralambous, analistas da The Economist Intelligence Unit.

Nesta segunda-feira, ameaçando um adiamento "longo" que poderia ser fatal para o processo, ela ainda lutava para conseguir o apoio dos deputados eurocéticos, quando a decisão de Bercow chegou, o que deu uma nova reviravolta teatral a um drama político que parece não ter fim.

Em uma atmosfera de total improviso, May procurou organizar uma nova votação na quarta-feira no mais tardar para trazer seu resultado à cúpula europeia que acontece na quinta e na sexta-feira em Bruxelas.

Os líderes europeus, abertamente frustrados pelo confuso bloqueio atribuído à política interna britânica, já avisaram não estarem dispostos a reabrir a negociação de um acordo considerado "o melhor possível, o único possível".

Um informe anual da ONU divulgado nesta segunda-feira mostrou um aumento das denúncias de abuso sexual e exploração por parte da equipe que trabalha nas agências das Nações Unidas e em suas organizações associadas.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou no relatório que, no entanto, houve uma diminuição dos casos de estupros e exploração que envolvem os capacetes azuis: 54 em 2018 contra 62 no ano anterior e 104 em 2016.

Guterres se comprometeu a erradicar do organismo os abusos sexuais, depois de que uma série de casos nos últimos anos mancharam a imagem das missões de manutenção da paz e do pessoal da ONU.

No total, foram registradas 94 denúncias contra funcionários da ONU no ano passado e 109 contra o pessoal de organizações locais que trabalham em conjunto com as Nações Unidas no mundo todo, ante 25 em 2017.

Onze casos se referem a estupros de menores, segundo o informe.

O Programa Mundial de Alimentos recebeu 19 denúncias de abuso sexual contra seu pessoal e organizações associadas em 2018, em comparação com 26 nos 12 anos anteriores.

A Acnur, a agência da ONU para os refugiados, relatou 34 denúncias em 2018, quase o dobro das 19 em 2017; além disso, houve 15 denúncias contra funcionários da agência da ONU para a infância, Unicef, no ano passado, em comparação com oito em 2017.

O aumento das denúncias foi atribuído em parte aos esforços para encorajar as vítimas a apresentar suas acusações.

As últimas cifras sugerem que "os esforços de sensibilização e divulgação estão tendo um impacto e que há uma maior confiança em vítimas e testemunhas e uma maior consciência da necessidade de informar", diz o informe.

No que diz respeito ao pessoal de manutenção da paz, a maioria das acusações (74%) de 2018 vieram de duas missões, uma na República Centro-Africana e outra na República Democrática do Congo.

De acordo com a ONU, cabe aos governos tomar medidas contra suas tropas enviadas como pessoal de manutenção da paz que enfrentem acusações de estupro ou outra má conduta. No entanto, foram dados poucos detalhes sobre os processos, com muitos casos ainda em revisão.

O ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush garantiu nesta segunda-feira que a imigração é uma "benção e uma força", num contexto em que congressistas enfrentam Donald Trump na questão do financiamento de muro fronteiriço com o México.

O político republicano, que se manteve de fora do foco desde que deixou a Presidência em 2009, não criticou explicitamente Trump nem sua política sobre o muro.

Durante uma cerimônia de nacionalização de 51 novos cidadãos americanos no Centro Presidencial George W. Bush, em Dallas, no estado do Texas, o 43º presidente dos Estados Unidos pediu uma reforma das leis migratórias, classificadas como "obsoletas e ineficazes".

Mas também enfatizou que as "fronteiras não são arbitrárias e precisam ser respeitadas".

"Em meio a todas as complicações da política, nunca podem esquecer a imigração é uma benção e uma força", disse Bush.

"Espero que as autoridades em Washington possam reduzir a retórica, deixar de lado a política e modernizar nossas leis de imigração em breve", acrescentou.

Os comentários de Bush foram feitos quando o Congresso e a Casa Branca se preparam para uma disputa judicial, após Trump declarar emergência nacional para financiar a construção de um muro na fronteira entre os Estados Unidos e o México.

O médico legista Osvaldo Raffo, responsável por um relatório que questionou a versão de suicídio para o promotor público Alberto Nisman, foi encontrado morto nesta segunda-feira, 18, em sua casa em Buenos Aires, na Argentina, segundo o diário La Nación.

Ao lado do corpo de Raffo, de 84 anos, foram encontrados um revólver e uma nota atribuída a ele na qual ele reclamava de "dores".

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O caso será investigado pela promotora Fabiana Ruiz. O legista aposentado vivia sozinho, mas contava com a ajuda de uma cuidadora, que o encontrou já sem vida na banheira do apartamento.

O promotor Alberto Nisman foi encontrado morto no banheiro de sua residência de Buenos Aires com um tiro na cabeça em 18 de janeiro de 2015, quatro dias depois de ter apresentado uma denúncia contra a ex-presidente argentina Cristina Kirchner (2007-2015) por encobrimento de terroristas.

Ele estava investigando o atentado com um caminhão-bomba contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia). organização judia de Buenos Aires, no qual morreram 85 pessoas em 1994.

Com 40 quilos de plástico em seu estômago, uma baleia da espécie bicuda foi encontrada morta no mar das Filipinas. Ao todo, 16 sacos de arroz, 4 sacos de plantação de banana e outros vários sacos de compras estavam na barriga do animal.

A imagem da baleia encontrada morta foi compartilhada no Facebook da D'Bone Collector Museum, organização que visa preservar o meio ambiente. Na publicação, a entidade diz que a baleia encontrada tinha mais plástico do que eles já tinham visto antes. "É nojento", Reforçou os ativistas.

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Até a tarde desta segunda-feira (18), a publicação da D'Bone Collector Museum já contava com mais de 5 mil reações e quase 8 mil compartilhamentos.



 

A polícia holandesa prendeu nesta segunda-feira um homem suspeito de ter aberto fogo pela manhã em um VLT em Utrecht, matando três pessoas e ferindo cinco.

"Acabamos de ser informados de que o suspeito foi preso", disse Rob van Bree, chefe de polícia de Utrecht, em entrevista coletiva. A polícia confirmou que o tiroteio deixou três mortos e nove feridos. 

Segundo testemunhas, o homem sacou uma arma e começou a disparar de forma aleatória. Depois fugiu. O governo da Holanda havia elevado o alerta de terrorismo ao nível máximo na província de Utrecht enquanto o atirador estava foragido.

Uma baleia morreu de fome com 40 kg de resíduos de plástico em seu estômago depois que ela acabou encalhada nas Filipinas, anunciaram autoridades nesta segunda-feira.

Ambientalistas acusam as Filipinas de serem um dos países mais poluidores do mar devido ao uso generalizado de produtos plásticos descartáveis.

Este tipo de poluição, que também persiste em outros países do Sudeste Asiático, é regularmente responsável pela morte de baleias, tartarugas e outros animais selvagens.

O escritório de pesca e o Museu Coletor D'Bone fizaram uma necropsia no animal e encontraram cerca de 40 kg de plástico em seu estômago, de sacolas de compras a embalagens de arroz.

A baleia morreu de fome porque não conseguia se alimentar sozinha. Seu estômago estava cheio, disse Darrell Blatchley, diretor do museu.

"É repugnante, corta o coração", disse ele à AFP. "Nós praticamos autópsias em 61 golfinhos e baleias nos últimos dez anos e é uma das massas mais importantes (de plástico) que encontramos", disse ele.

O cetáceo, de 4,7 metros, acabou encalhado na sexta-feira na cidade de Mabini. As autoridades locais ajudadas pelos pescadores tentaram levá-la ao mar, mas a baleia retornou à costa.

"Não consegui nadar sozinho, estava fraco", disse à AFP Fatma Idris, diretora do escritório regional de pesca. "O animal estava desidratado, no segundo dia estava lutando e vomitando sangue."

Há algumas semanas, o grupo de associações e ONG Global Alliance for Incinerator Alternative publicou um relatório sobre as "quantidades "consternadoras de objetos de plástico para uso único nas Filipinas, incluindo cerca de 60 milhões de sacolas por ano.

A legislação sobre resíduos é rigorosa nas Filipinas, mas os ecologistas dizem que ela não é aplicasa.

O site da NASA, a agência espacial norte-americana, divulgou que o asteroide EA2 passará próximo à Terra no dia 22 de março. A distância apontada foi de 305 mil km, o que equivale a 80 mil km, menos que a distância entre a Terra e a Lua.

Com o diâmetro entre 18 e 40 metros, o EA2 passará o mais próximo do nosso planeta às 1h54, com a velocidade de 18 mil km/h. De acordo com a NASA, o asteroide atinge a velocidade média de cinco km/s.

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A agência já havia comunicado que outro corpo celeste, o CD5, também passará perto do nosso planeta no dia 20 de março. Com diâmetro entre 97 e 216 metros, ele passará a uma distância da Terra de 10,2 distâncias lunares ou 10,2 a distância da Terra à Lua.

 

Com um parto de apenas 9 minutos (das 4h50 às 4h59), uma americana deu à luz seis bebês na maternidade de Houston, localizada no Texas, Estados Unidos. Este tipo de caso raro só ocorre a cada 4,7 bilhões de nascimentos.

Conforme as informações do portal Extra, A mamãe Thelma Chiaka teve dois pares de gêmeos do sexo masculino e um par do sexo feminino, com pesos que variam entre 800g a 1,3kg, nessa sexta-feira (15). Os sêxtuplos nasceram saudáveis e recebem cuidados no centro de tratamento intensivo neonatal do Woman's Hospital of Texas, que realiza a maioria de partos no estado.

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Segundo a direção do hospital, a mãe passa bem e, por enquanto, deu nome apenas para as meninas: Zina e Zuriel. Estatisticamente é mais provável ser atingido duas vezes por um raio (uma chance em nove milhões) ou até mesmo ganhar na loteria (uma chance em 302 milhões) do que ser a genitora de sêxtuplos.

O Papa Francisco recebeu nesta segunda-feira (18) o cardeal Philippe Barbarin, o mais alto dignitário católico francês, que veio apresentar sua renúncia, após uma condenação a seis meses de prisão com sursis por não denunciar os crimes sexuais de um padre.

A reunião privada foi realizada com discreção no Vaticano, confirmou a Santa Sé. No final da manhã, o cardeal foi visto e fotografado por um vaticanista italiano andando nos jardins da Cidade do Vaticano.

O papa argentino defendeu por muito tempo o cardeal francês. Em 2016, considerou que uma demissão antes do julgamento seria "uma imprudência". Francisco pode levar várias semanas para decidir se aceita ou não a renúncia.

Arcebispo de Lyon desde 2002, cardeal desde 2003, primaz da Gália (título honorário conferido ao arcebispo de Lyon desde o século XI), Philippe Barbarin é considerado o mais alto dignitário da Igreja da França. Se sua renúncia for aceita, ele se tornará "bispo emérito" de Lyon e permanecerá cardeal.

Barbarin, de 68 anos, uma idade precoce na Igreja para renunciar, foi condenado em 7 de março a seis meses de prisão com sursis por seu silêncio sobre os ataques pedófilos cometidos pelo padre Bernard Preynat nos anos 1980/1990 e sobre os quais ele havia sido informado por uma vítima em 2014.

O cardeal insistiu durante seu julgamento que "nunca procurou esconder, muito menos acobertar esses fatos horríveis". Mas o acórdão acusa-o de ter optado por não dizer nada às autoridades francesas "para preservar a instituição" da Igreja, impedindo assim "a descoberta de muitas vítimas de abuso sexual pela justiça".

Apesar de o bispo querer se demitir para apaziguar sua diocese, onde sua presença agora é difícil, ele já recorreu de sua condenação.

O papa, decidido a fazer com que os bispos encarem suas responsabilidades individuais e colegiais face aos escândalos, vai se posicionar antes da apelação?

"Nenhum abuso deve ser encoberto, como foi o caso no passado, e subvalorizado", declarou em fevereiro o pontífice, depois de uma reunião da cúpula da Igreja sobre a pedofilia.

Os advogados do cardeal Barbarin redigiram uma nota jurídica sobre sua condenação, expondo as perspectivas de um julgamento em apelação. Um documento traduzido para o espanhol para a atenção do papa argentino.

Em outubro, Francisco concordou relutantemente, e depois de três semanas de reflexão, a renúncia do cardeal americano Donald Wuerl, arcebispo de Washington suspeito por um júri popular de ter abafado um vasto escândalo de abuso sexual na Pensilvânia (nordeste Estados Unidos).

O prelado americano de 77 anos, que afirma ter agido "no interesse das vítimas" e foi elogiado pelo papa, não foi condenado como o cardeal francês.

O caso Barbarin ocorre em um momento delicado nas relações diplomáticas entre a França e a Santa Sé.

A Procuradoria de Paris acaba de pedir o levantamento da imunidade diplomática do núncio apostólico (embaixador da Santa Sé) na França, o monsenhor Luigi Ventura, para ouvi-lo em uma investigação por "agressão sexual".

A Justiça francesa recebeu uma quarta queixa, que se soma àquelas apresentadas por três homens acusando o bispo de 74 anos de apalpar suas nádegas.

No início de março, a ministra francesa dos Assuntos Europeus, Nathalie Loiseau, disse que esperava que o Vaticano assumisse suas "responsabilidades".

Para complicar ainda mais, a França ainda não propôs uma substituição ao seu embaixador na Santa Sé, que se aposentou há oito meses e meio, mesmo que o ínterim seja assegurado por seu encarregado Yves Teyssier d'Orfeuil.

Uma professora do maternal foi presa pela participação em vídeos pornô caseiros com crianças. O crime foi descoberto pela polícia de Sanford, localizado na Flórida, nos Estados Unidos.

Audra Mabel, de 34 anos, até enviou um vídeo ao namorado em que molesta uma criança. Justin Ritchie, 36, já recebe a acusação, em outro processo, por abuso sexual com uma criança.

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Segundo informações do portal Extra, Audra participou de 11 vídeos pornográficos feitos com a mesma criança, que as investigações apontam não ser um dos seus alunos. Em outro registro, ela aponta a câmera para sua genitália exposta e, depois para as crianças em sala. Os vídeos foram encontrados no celular do namorado.

A polícia da cidade de Utrecht, na Holanda, disse que não descarta uma motivação terrorista no tiroteio contra um bonde, nesta segunda-feira (18) de manhã, na Praça 24 de Outubro. A imprensa local informou que pelo menos uma pessoa morreu, o que ainda não foi confirmado pelas autoridades. Várias pessoas ficaram  feridas pelos disparos feitos por um homem ainda não identificado.

Segundo testemunhas, o homem sacou uma arma e começou a disparar de forma aleatória. Depois fugiu, e seu paradeiro é desconhecido.

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O governo da Holanda elevou o alerta de terrorismo ao nível máximo na província de Utrecht porque o atirador está foragido.

*Com informações da Deutsche Welle (agência pública da Alemanha)

Pelo menos 79 pessoas morreram nas inundações na província indonésia de Papua, de acordo com um novo balanço anunciado nesta segunda-feira pela agência de gerenciamento de desastres.

Entre as vítimas, um bebê de cinco meses resgatado dos escombros foi entregue ao pai, depois que o resto da família morreu na tragédia.

"O balanço de mortos ainda pode aumentar porque 43 pessoas estão desaparecidas", afirmou o porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres, Sutopo Purwo Nugroho.

Enchentes em Sentani, a cerca de 20 quilômetros da capital provincial de Jayapura, foram causadas por chuvas torrenciais no sábado.

Mais de 70 pessoas ficaram feridas, e mais de 4.000 estão desabrigadas.

Dezenas de casas foram danificadas. E, apesar de o nível da água estar diminuindo, as evacuações continuam.

Árvores arrancadas e um monte de detritos cobriram as estradas, enquanto no aeroporto de Jayapura um pequeno avião parece danificado pelas enchentes. O aeroporto da capital regional permanece aberto, informou, porém, o Ministério dos Transportes.

O governo decretou estado de emergência durante 14 dias, indicou o chefe da polícia Victor Dean Mackbon.

As enchentes são comuns durante a estação chuvosa na Indonésia, de outubro a abril.

Em janeiro, pelo menos 70 pessoas morreram em inundações e deslizamentos de terra no sul da ilha de Celebes.

Nas últimas semanas, centenas de pessoas tiveram que deixar suas caasas nas proximidades do rio Citarum, na província de Java Ocidental, devido a inundações.

A província indonésia de Papua está localizada a oeste da ilha da Nova Guiné, a outra metade é compartilhada pela Papua Nova Guiné, uma antiga colônia australiana que se tornou independente.

É uma das regiões mais pobres da Indonésia e palco de confrontos esporádicos entre rebeldes separatistas e o exército.

Após o apagão de quase uma semana na Venezuela, o presidente Nicolás Maduro anunciou a reestruturação do seu gabinete. Ele pediu que todos os ministros coloquem os cargos à disposição. O vice-presidente da República, Delcy Rodríguez, comunicou a decisão.

"O presidente Nicolás Maduro pediu a todo o gabinete executivo para colocar seus encargos, com o fim dos efeitos de uma profunda reestruturação dos métodos e funcionamento do governo bolivariano para proteger a pátria de Bolívar e [Hugo] Chávez  [presidente já morto da Venezuela] de qualquer ameaça", disse Rodriguez em sua conta no Twitter.

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Há dois dias, Maduro anunciou a intenção de mudanças para “otimizar a gestão do governo e proteger o país contra novas ameaças”. "É uma luta moral e espiritual de um país inteiro pela honestidade, pela eficiência e pelos bons serviços", afirmou.

A iniciativa ocorre no momento em que há um impasse na Venezuela entre Maduro e Juan Guaidó, presidente autodeclarado. Mais de 50 países, incluindo o Brasil, apoiam Guaidó, enquanto China, Rússia e Turquia estão ao lado de Maduro. Há protestos constantes, de ambos os lados, nas principais cidades venezuelanas.   

*Com informações da Telesur, emissora multiestatal de televisão com sede na Venezuela

Em Utrecht, no centro da Holanda, a polícia investiga um tiroteio contra um bonde elétrico que deixou vítimas na manhã desta segunda-feira (18). A polícia informou que o incidente foi registrado às 10h45, horário local.

Testemunhas afirmaram que uma pessoa atirou e fugiu do local. Segundo relatos, era um homem que disparou de forma aleatória contra as pessoas. O local está isolado pelos policiais, que buscam o autor dos disparos.

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No Twitter da Polícia de Utrecht, a informação é que há “várias pessoas feridas”. Não menciona números nem mortos.

Às vésperas de completar um ano que a Nicarágua vive cotidianamente protestos contra o governo do presidente Daniel Ortega, a polícia disparou gás lacrimogêneo contra manifestantes, enquanto tentavam participar de um ato. Mais de 100 pessoas foram detidas.

As forças de segurança dispararam gás lacrimogêneo e abriram fogo contra os manifestantes no último sábado (16).

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Os Estados Unidos conclamaram o governo nicaraguense a "deixar de usar força excessiva em manifestantes pacíficos e jornalistas exercendo seu direito a uma imprensa livre".

Histórico

Os protestos contra Ortega começaram em abril de 2018, liderados pela Aliança Civil, com críticas ao governo, como falta de liberdade, autoritarismo e repressão.

Observadores internacionais estimam que mais de 500 pessoas foram mortas e outras centenas foram presas. Autoridades nicaraguenses também proibiram protestos contra o governo.

Na semana passada, o governo Ortega prometeu que levaria 50 oposicionistas detidos para a prisão domiciliar.

*Com informações da DW, agência pública de notícias da Alemanha

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