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Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que seis em cada 10 brasileiros (59%) admitem não se preparar financeiramente para se aposentar.

Entre as principais justificativas citadas pelos entrevistados que não fazem qualquer tipo de planejamento, 36% afirmam não sobrar dinheiro no orçamento e 18% alegam não se preparar por estarem desempregados. Outros 17% não fazem planos por acreditar que não é útil guardar o pouco dinheiro que sobra no fim do mês.

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Por outro lado, entre os 41% dos brasileiros que se preocupam com a aposentadoria, 42% se planejam por meio de aplicações financeiras, como a previdência privada e outros ativos financeiros, como ações, fundos ou títulos. Já 35% optam por recursos do INSS e 16% alegam depender de terceiros, como cônjuges, filhos ou outros familiares.

A pesquisa ouviu 804 pessoas acima de 18 anos, de todas as classes sociais e regiões do país.

As vendas da indústria cervejeira no Carnaval 2019 somaram aproximadamente 1,3 bilhão de litros, de acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira pelo Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), alcançado o melhor resultado para o período em quatro anos. O volume de vendas, acrescenta o sindicato em nota, representou quase 10% de toda a expectativa de comercialização de cerveja para o ano.

Segundo Luiz Nicolaewsky, superintendente executivo do Sindicerv, o carnaval "representa praticamente um mês adicional em vendas, com impacto positivo em toda a cadeia produtiva".

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Dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) apontam crescimento de 8% nas vendas em bares e restaurantes durante os dias de Carnaval em relação ao ano passado.

O Ibovespa acelerou o ritmo de alta, nesta segunda-feira (18), marcando pela primeira vez na história a marca dos 100 mil pontos. O avanço, segundo um operador, é impulsionado pelas ações da Petrobras, que sobem 2,21% (ON) e 1,31% (PN), às 14h38, e ainda por otimismo com avanço da reforma previdenciária, após declarações do governo reforçando otimismo com a evolução das medidas. O ambiente externo positivo nesta segunda-feira também contribui para estimular a busca por ativos de risco, segundo operadores.

"As ações ON da estatal é que estão puxando mais. Isso reflete o apetite do investidor estrangeiro", diz uma fonte de renda variável. "O estrangeiro está voltando. O cenário continua prospectivo para a reforma", opina. Na máxima, o Ibovespa alcançou 100.027,17 pontos. Às 14h54, o índice era negociado a 100.008,47 pontos, em alta de 0,88%.

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O próprio fluxo de estrangeiro para a bolsa brasileira empurra o dólar à vista para baixo. A moeda norte-americana renovou nesta tarde sucessivas mínimas, recuando pela primeira vez desde o dia 6 de março, para cotações abaixo de R$ 3,80. O dólar à vista caia 0,78%, a R$ 3,7879, na mínima do dia.

A proposta de emenda constitucional de desvinculação do Orçamento feita pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, gera algumas polêmicas no curto prazo que podem atrapalhar o trâmite da reforma da Previdência no Congresso, disse nesta segunda-feira (18), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Ele observou porém, que se for desejo do presidente do Senado colocar a matéria em debate, irá respeitar e levar o assunto também na Câmara.

"Se o governo encaminhar vamos respeitar, e vamos ajudar o debate. Mas ela (PEC da desvinculação do Orçamento) gera algumas polêmicas no curto prazo que pode atrapalhar, pode contaminar (a discussão da Previdência). Mas se for decisão do Senado debater, vamos debater, como ele vai ajudar na discussão da Previdência", explicou Maia, ao deixar o prédio da Fundação Getúlio Vargas (FGV) após participar da abertura de um seminário sobre a Previdência promovida pela entidade.

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Segundo Maia, a desvinculação vai tratar de temas que ninguém vai mexer, mas vai mobilizar duas bancadas contra: educação e saúde. "É inócua a desvinculação na saúde e educação porque ninguém vai mexer nisso, a pressão é muito grande, principalmente a nível federal, talvez alguns Estados e municípios tenham espaço para isso. Então você vai trazer duas bancadas que podem ajudar para um debate defensivo em relação a esse tema sempre negociando esse tema com a reforma da Previdência", alertou.

Para o deputado, o melhor seria deixar o debate da desvinculação para um segundo momento, de modo a não correr na Câmara em paralelo à discussão da Previdência. "Na Câmara não deve ser paralelo, talvez no Senado a gente constrói um grupo para debater", afirmou.

Militares

Maia também comentou sobre o envio, previsto para esta semana, da proposta do governo para alterar as regras previdenciárias dos militares, no formato de projeto de lei. Segundo o presidente de Câmara, "os militares são muito preparados" e "sabem fazer contas", numa referência indireta à proposta de reforma previdenciária entregue pelo Ministério da Defesa ao Ministério da Economia.

Ele disse que, sem reforma, num caso extremo, os militares ficariam sem receber salários, caso as contas públicas não sejam reequilibradas.

Como revelou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) semana passada, a proposta do Ministério da Defesa inclui uma reestruturação na carreira da categoria, com aumento de benefícios, que representaria um custo extra em torno de R$ 10 bilhões nos primeiros dez anos. Nos anos seguintes, a economia com o endurecimento das regras previdenciárias ultrapassaria as despesas que seriam geradas com aumento de gratificações, bônus e criação de um novo posto na carreira.

Para fugir do rotativo do cartão ou por já estar com o limite de crédito comprometido em despesas emergenciais, a classe média tem promovido o retorno de um personagem conhecido do consumidor do passado: o crediário, modalidade de parcelamento do varejo muito popular em décadas anteriores.

Pesquisa feita pelo birô de crédito Multicrédito (antigo Telecheque), obtida pelo jornal O Estado de S. Paulo, aponta para um crescimento de 34% na utilização de boletos no últimos dois anos - 54% apenas de 2018 para 2017. A pesquisa foi realizada ao longo do ano passado com 120 mil consumidores, de 9 mil pontos de vendas do Brasil.

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Segundo o vice-presidente da empresa, Flávio Peralta, esse tipo de movimento é um sinal do aperto no orçamento dos brasileiros nos últimos tempos. Já endividados no cartão ou usando o meio de pagamento como extensão do caixa ao longo do mês, a classe média busca diversificar os canais de crédito para não zerar os recursos durante o mês.

"No Brasil, o limite médio do cartão de crédito é baixo, mesmo para a classe média. Quem recebe um salário de R$ 2 mil, tem em média R$ 450 de crédito. Por isso, é preciso buscar opções", diz Peralta. Ele classifica como classe média famílias com salários de R$ 2 mil a R$ 5 mil.

O desembolso médio de quem recorreu ao crediário, segundo a Multicrédito, também está maior hoje em dia, 17% nos últimos dois anos - ou 9,3%, se descontada a inflação acumulada do período. O valor das compras saltou de R$ 463,04 em 2016 para R$ 542 no ano passado.

A advogada Sara Cristina Coraini é uma das que passou a trocar as compras de cartão de crédito pelo carnê. Há mais ou menos um ano, ela decidiu que faria todas as compras de cursos online e de lente de contato com boletos. "Decidi liberar o limite do cartão de crédito", diz ela. "Se consigo pagar à vista no boleto, tenho os descontos do crediário e o valor final fica menor que no crédito", explica.

'Conta simples'

Para a planejadora financeira e professora de economia da ESPM, Paula Sauer, o simples cálculo da diferença entre as taxas do cartão de crédito e do carnê explicam o aumento da procura pela segunda opção. "O cara pensa um pouco e vê que, se ficar devendo em um, paga quase 300%, e no outro bem menos. É lógico que ele vai para a segunda opção por segurança", diz.

O cartão de crédito tem uma das taxas mais altas do mercado, perdendo apenas para o cheque especial. Em 2019, segundo o Banco Central, a taxa de juro do cartão rotativo subiu de 285,4% ao ano em dezembro para 286,9%.

Por lei, o crediário - que não opera com recursos do mercado financeiro, mas do próprio lojista - pode cobrar 1% de multa por mês, além de, em média, 2% de juros mensais, acumulando entre juros e multas uma taxa de 42,58% ao ano.

A explicação para essa diferença entre taxas, diz o diretor de estudos e pesquisas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), Miguel de Oliveira, envolve a inadimplência do crédito bancário. "Já faz algum tempo que a inadimplência está alta e os bancos estão bastante seletivos na concessão de crédito. Por isso também o limite baixo do cartão", destaca.

O coordenador do Laboratório de Finanças da FIA, Claudio Felisoni De Angelo, destaca outro ponto: a queda nos juros para o comerciante, que permite o varejista se capitalizar e repassar o custo menor ao comprador. "Do meio do ano passado para agora, os juros caíram quase 10% para o varejista. Ele consegue, com isso, ir até o mercado, pegar dinheiro mais barato e garantir recursos para essas linhas de crediário." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uma estratégia de comunicação que o Burger King vem usando há pelo menos três anos nos Estados Unidos - a provocação ao seu principal concorrente, o McDonald's - havia feito uma transição tímida no Brasil. Pelo menos até agora. A partir desta segunda-feira (18), uma campanha do Burger King vai elevar o tom da estratégia em vários volumes. A rede vai estrear, em seu aplicativo, uma ferramenta que vai permitir que os consumidores "queimem" anúncios do McDonald's. Aos clientes que entrarem na "brincadeira", a rede vai oferecer seu sanduíche símbolo, o Whopper, gratuitamente.

É uma aposta arriscada, pois o mercado brasileiro é diferente do americano, onde é comum que as marcas se comparem diretamente às principais rivais. Vice-presidente da David São Paulo, agência responsável pela criação da campanha, Rafael Donato diz que o Burger King sabe que pode haver retaliações: "Estamos com os advogados preparados", diz. Ele diz acreditar, porém, que a ação tem mais um caráter de "zoação", e não de ofensa.

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A partir da manhã desta segunda, a ferramenta - que em inglês é chamada de "Burn that Ad" (queime este anúncio), mas aqui foi apelidada de "anúncio grelhado" - ficará disponível para os 8 milhões de pessoas que têm o app da marca no celular. Para chamar os consumidores para a promoção, a rede de fast-food fará campanhas do Facebook, no Instagram e com influenciadores digitais.

Essas mídias de apoio vão servir para explicar o que as pessoas têm de fazer para ganhar um Whopper. Bastará apontar o celular com o app aberto para qualquer anúncio do McDonald's - incluindo desde campanhas em pontos de ônibus até cupons publicados no site da rival - para ver o anúncio ser "grelhado" virtualmente. Após finalizar a tarefa, o cliente ganhará um cupom para resgatar seu sanduíche na loja mais próxima.

Segundo o diretor de vendas e marketing do Burger King no Brasil, Ariel Grunkraut, cerca de 700 lojas da rede estarão preparadas para distribuir os sanduíches grátis. A estimativa é que cerca de 500 mil sanduíches sejam distribuídos. A promoção deve ficar apenas por alguns dias, mas vem mobilizando a equipe de comunicação da rede desde o início do ano. Grunkraut diz, no entanto, que, caso a demanda supere a expectativa, até 1 milhão de Whoppers poderão ser distribuídos.

Retaliações

O fato de a ação ser rápida - devendo durar, no máximo, uma semana - reduz as chances de que ela venha a ser tirada de circulação pelo Conar, órgão de autorregulamentação do setor publicitário. O presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), Mário D'Andrea, diz que o Conar reage a uma denúncia de agência, empresa ou consumidor que tenham se sentido lesados por uma determinada campanha. "Mas é um processo que geralmente leva algum tempo para ser julgado."

Fontes do mercado publicitário ouvidas na última semana disseram que, aos poucos, o brasileiro começa a ficar mais aberto para comparações diretas entre marcas. Um dos defensores da mudança é o vice-presidente de marketing do Santander, Igor Puga. "Essa prática do mercado americano acaba sendo boa, pois a conversa fica mais sincera", disse, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo em fevereiro. Mas ressalvou que, por aqui, a estratégia traz riscos: "No Brasil, você não tem coragem nem de fazer uma sutileza porque vai ser condenado e terá de pagar multas. Fica um politicamente correto às avessas, todo mundo usa o álibi da não agressão."

Por enquanto, o McDonald's tem evitado entrar no jogo do Burger King (procurada para comentar a estratégia de comunicação que vem sendo adotada pela concorrente, a rede não se pronunciou). Segundo uma fonte do setor, a estratégia é correta: responder só daria "audiência" a uma rival de menor porte. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nem só com alarde é feita a saída de investimentos do mercado brasileiro, como ocorreu com o anúncio do fechamento da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo (SP), feito no mês passado. Uma fuga discreta, à francesa, tem ocorrido entre as marcas internacionais de luxo com operações no País.

Estima-se que o número de marcas estrangeiras do segmento tenha diminuído em 25% no Brasil nos últimos três anos - no auge, o número passou de uma centena. A despedida silenciosa é resumida pelo movimento da Versace, que funcionou normalmente até o último Natal. Depois da data, ela baixou as portas de sua última loja ainda em operação no Brasil, localizada no Shopping Iguatemi, em São Paulo, e não as levantou mais. Sua partida teve algo de emblemático não apenas pelo silêncio, mas também porque, em uma longevidade rara, a marca estava no Brasil havia cerca de duas décadas.

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A despedida de marcas como Lanvin (roupas), Kate Spade (bolsas) e Vacheron Constantin (relógios) tem, claro, relação com as perdas causadas pelos anos de recessão ou crescimento fraco registrados a partir de 2014, mas não é só isso: boa parte das que deixaram o País são operações próprias dos grupos estrangeiros, que optaram por voo solo em vez de trabalharem com um parceiro local, modelo que era a regra até meados da década passada. Nem todos estavam preparados para esse movimento.

"No Brasil, com exceção de uma pequena parcela de consumidores argentinos e, mais recentemente, angolanos, as marcas de luxo vendem basicamente para brasileiros. Nós não somos como o México, que vende muito para americanos, e muito menos como os europeus, que vendem para gente do mundo todo, em particular os chineses", diz Claudio Diniz, coordenador executivo no Brasil do Núcleo de Luxo da Université de Paris e da Université d'Angers. "Além da carga tributária, que é um dos principais problemas do setor, o mercado brasileiro tem características muito próprias, com as quais eles não estão habituados, como as compras parceladas ou as diferenças regionais. Vender luxo em São Paulo é completamente diferente de vender no Rio, em Brasília ou Curitiba."

A retração do mercado de luxo brasileiro - pano de fundo da decisão do grupo suíço Richemont de encerrar ainda neste ano as operações no País das marcas de relojoaria IWC, Jaeger-LeCoultre, Panerai e Van Cleef, está na contramão do que ocorre no mundo. No fim do ano passado, a consultoria Bain & Company reportou um crescimento global de 5% da indústria em 2018, quando o faturamento chegou a € 1,2 trilhão.

Nas Américas, informa a consultoria, Canadá e México tiveram desempenho forte, "enquanto as incertezas políticas prejudicaram o desempenho do Brasil", aponta a Bain. Em 2015, o Brasil já havia perdido para o México o primeiro lugar no ranking da indústria do luxo, segundo a consultoria Euromonitor - e não recuperou. Em 2016 e 2017, o setor encolheu 14,6% e 8,5%, respectivamente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Departamento de Transportes dos Estados Unidos investiga a aprovação pela Administração de Aviação Federal (FAA, na sigla em inglês) dos aviões 737 MAX, da Boeing, segundo pessoas ligadas ao assunto. A apuração se concentra no sistema de segurança que tem sido implicado na queda de 29 de outubro da Lion Air que matou 189 pessoas, segundo fontes do governo. Autoridades do setor de aviação avaliam se um sistema pode ter tido um papel na queda de outra dessas aeronaves neste mês, da Ethiopian Airlines, que matou 157 pessoas.

Neste domingo, o ministro dos Transportes da Etiópia, Dagmawit Moges, afirmou que havia "claras semelhanças" entre os dois acidentes. Funcionários dos EUA advertiram que ainda é muito cedo para tirar conclusões, já que dados das caixas-pretas do avião que caiu na Etiópia precisam ainda ser analisados.

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A investigação do Departamento de Transportes foi lançada após o acidente da Lion Air na Indonésia e é conduzida por seu inspetor-geral, que advertiu dois escritórios da FAA para que guardem arquivos de computador, segundo fontes ligadas ao tema. A apuração interna busca determinar se a agência usou padrões de design e análises de engenharia apropriados no certificado do sistema, conhecido como MCAS. Fonte: Dow Jones Newswires.

As bolsas asiáticas fecharam em alta generalizada nesta segunda-feira, em meio à especulação de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) será decididamente "dovish" - favorável à manutenção de estímulos - na reunião de política monetária desta semana.

Na China, os mercados ampliaram ganhos no fim do pregão, ajudando a impulsionar outras bolsas da Ásia. O índice Xangai subiu 2,47%, a 3.096,42 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 2,71%, a 1.685,79 pontos. Destacaram-se ações ligadas a consumo - cerca de dez fabricantes de bebidas alcoólicas atingiram o limite de valorização diário de 10% - e papéis do setor imobiliário.

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Em Tóquio, o japonês Nikkei teve alta de 0,62%, encerrando o dia a 21.584,50 pontos, graças ao bom desempenho de empresas ligadas à demanda doméstica.

A expectativa é a de que o Fed mantenha seus juros básicos inalterados no encontro de terça e quarta-feira (19 e 20) e reduza suas projeções para futuros aumentos das taxas, assim como para o crescimento econômico dos EUA. Há também rumores de que o BC americano planeja parar de reduzir seu balanço patrimonial, que é formado por quase US$ 3,8 trilhões em títulos.

Em outras partes da região asiática, o Hang Seng terminou os negócios em Hong Kong na máxima da sessão, com alta de 1,37%, a 29.409,01 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 0,16% em Seul, a 2.179,49 pontos, impulsionado por ações do setor automotivo, e o Taiex subiu 0,70% em Taiwan, a 10.512,70 pontos, seu maior patamar em cinco meses e meio.

Investidores também aguardam novidades das negociações comerciais entre Estados Unidos e China e monitoram o Reino Unido, que enfrenta dificuldades para chegar a um consenso sobre o Brexit, como é conhecido o processo para que o país se retire da União Europeia, antes da data final de 29 de março.

Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o tom positivo da Ásia e o S&P/ASX 200 teve ganho de 0,25% em Sydney, a 6.190,50 pontos, sustentado por papéis de mineradoras e petrolíferas. Com informações da Dow Jones Newswires.

Nenhuma aposta acertou o prêmio principal do concurso 2.134 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite desse sábado, no Caminhão da Sorte estacionado na cidade de Itupeva, em São Paulo.

Foram as seguintes as seis dezenas sorteadas: 06 - 21 - 34 - 46 - 54 – 59.

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A Quina teve 60 apostas ganhadoras, cada uma vai pagar um prêmio de R$ 39.699,48. A Quadra registrou 4.157 acertadores, que vão receber, cada um, R$ 818,57.

De acordo com a Caixa, a estimativa de prêmio para o próximo concurso, na quarta-feira (20), é de R$ 33 milhões.

 O governo brasileiro, através do Ministério da Economia, publicou nota à imprensa nessa última sexta-feira (15), comunicando que reconhece o economista Ricardo Haussmann como governador da Venezuela no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), conforme decidiu a instituição. Com a resolução, o BID se torna a primeira organização financeira a aceitar um indicado de Guaidó e a reconhecer seu governo autoproclamado.

Em votação, os representantes, conhecidos como governadores, da Corporação Interamericana de Investimentos (CII), braço do BID para empréstimos ao setor privado, também foram favoráveis à escolha de Haussmann. De acordo com o BID, a nomeação do economista tem efeito imediato.

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Sobre Haussmann

O economista já foi diretor do Centro para o Desenvolvimento Internacional e professor de Economia do Desenvolvimento na Escola de Governo John F. Kennedy da Universidade de Harvard. Ele também trabalhou como membro do Diretório do Banco Central da Venezuela e ministro do Planeamento do segundo Governo de Carlos Andrés Pérez, entre os anos de 1992 e 1993. Entre os anos de 1994 e 2000, foi economista-chefe do BID.

Você que ainda não declarou o Imposto de Renda (IR) de 2019 à Receita Federal, tem dúvidas sobre o assunto? Confira a matéria do LeiaJá, esclareça suas dúvidas e acompanhe o passo-a-passo do preenchimento da declaração com o Presidente do Conselho Regional de Contabilidade José Campos.

O prazo para o envio das informações à Receita iniciou no dia 7 de março e vai até às 23h59 de 30 de abril de 2019. Quem não entregar os dados durante este período, vai pagar multa de 1% sobre o imposto devido ao mês, com o valor mínimo de R$ 165,74 e o máximo de 20% do imposto devido.

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Quem deve declarar?

1. Se você conquistou mais de R$ 28.559,70 de renda tributável até o dia 31 de dezembro de 2018, equivalente a salário, aposentadoria ou aluguéis, por exemplo;

2. Caso você vendeu algum bem, como casa e automóvel;

3. Ganhou mais de R$ 40 mil isentos, não tributáveis ou tributados na fonte do ano, como indenizações trabalhistas ou rendimento da poupança;

4. Adquiriu ou vendeu ações na Bolsa de Valores;

5. Caso tenha recebido mais de R$ R$ 142.798,50 advindos de atividades rurais, como agricultura; ou se tem prejuízo rural a ser compensado no calendário de 2018, ou nos próximos anos;

6. Era dono de bens equivalentes a mais de R$ 300 mil em 2018;

7. Começou a morar no Brasil em 2018, independente do mês, e permaneceu no país até 31 de dezembro;

8. Vendeu um imóvel e comprou outro dentro de 180 dias, utilizando a isenção de IR no momento da negociação.

Como declarar?

1. Através do computador, baixando o programa do IR 2019 no site da Receita Federal;

2. De forma mobile (tablets ou celulares), por meio do aplicativo "Meu Imposto de Renda", disponível nas versões Android e iOS;

3. Caso possua Certificado Digital, a declaração pode ser feita diretamente no site da Receita Federal. O acesso está disponibilizado no centro virtual de atendimento (e-CAC).

 Descontos

O imposto poderá ser diminuído para quem tem dependentes, gastou com saúde, escola ou possui empregados domésticos. Só o limite de abatimento do INSS recolhido de empregados domésticos sofreu aumento, neste ano o valor subiu para R$ 1.200,32.

1. Dedução por dependente: R$ 2.275,08;

2. Gastos com educação: R$ 3.561,50;

3. Desconto limitado a um empregado doméstico por declaração: R$ 1.200,32;

4. Já as despesas de saúde não têm limite.

 Declaração Completa ou Simplificada. Qual a diferença?

A escolha do modelo depende do tamanho das despesas que o contribuinte possui para abater do IR. Quem pretende obter uma restituição maior ou reduzir o imposto a pagar, deve preencher o modelo completo. Esta é a melhor opção para quem possui dependentes, gasta com educação, plano de saúde e ainda contribui com previdência privada.

Quem tem poucas despesas dedutíveis pode optar pelo modelo simplificado. Desta forma, é aplicado o desconto padrão de 20% (independente dos gastos), com limite de R$ 16.754,34.

 Todos os dependentes devem ter CPF

Ano passado, apenas quem tinha mais de 8 anos precisava do documento. Atualmente, a partir do nascimento já é necessário ter o Cadastro de Pessoa Física (CPF).

 Detalhamento sobre imóveis e veículos

A medida anunciada sobre o detalhamento das informações como número de matrícula, IPTU e Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) foi adiada para 2020. Neste ano, a inclusão dos dados será opcional.

 Declarações pré-preenchidas

A opção está disponível apenas para quem tem Certificado Digital no e-CAC. Mas para isso, é preciso que o contribuinte tenha encaminhado a declaração do ano passado e que as fontes pagadoras tenham enviado as informações do contribuinte à Receita.

Também vale para médicos, planos de saúde, imobiliárias e outras empresas (ou profissionais) que o contribuinte teve alguma relação. Eles também são obrigados a enviar dados fiscais à Receita. Com isso, a declaração pré-preenchida só será aceita se todas as informações estiverem disponíveis no sistema. 

 Microempreendedor Individual (MEI)

O Microempreendedor Individual (MEI) segue a regra normal dos outros contribuintes. Por isso, caso tenha obtido rendimentos tributáveis acima de R$ 28 mil, também deve preencher a declaração de IR.

 Ficha de Doações ao Fundo da Criança e do Adolescente

Ao optar pela doação, 3% do valor será destinado ao Fundo da Criança e do Adolescente, e o imposto devido não é aumentado. Essa é uma decisão interessante, já que o valor doado fica no Estado e é designado para entidades de proteção e educação de menores. De acordo com o Presidente do Conselho Regional de Contabilidade, no ano passado, apenas R$ 3 milhões foram doados em Pernambuco, caso todos os contribuintes tivessem feito a opção, R$ 90 milhões iriam auxiliar as entidades.

Acompanhe o passo-a-passo do preenchimento da declaração

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O Índice Bovespa avançou 0,54% nesta sexta-feira, 15, e renovou seu recorde histórico, aos inéditos 99.136,74 pontos, e com R$ 17,8 bilhões negociados. Com três altas e duas quedas ao longo da semana, o índice encerrou o período com valorização de 3,96%, segunda maior variação porcentual semanal do índice no ano.

Apesar do noticiário moderado, não foram poucos os argumentos para animar o investidor. O mercado externo se mostrou favorável à tomada de risco, com o dólar em baixa generalizada e as bolsas de Nova York operando no azul. Por aqui, os investidores mantiveram a percepção otimista com a reforma da Previdência, que até agora corre sem surpresas, e passaram a vislumbrar outros eventos de relevo, como as privatizações.

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O leilão de 12 aeroportos realizado na B3 teve arrecadação imediata de R$ 2,3 bilhões ao governo, com ágio médio de 986%, e foi comemorado em diversos setores. O ministro da Economia, Paulo Guedes, reafirmou a intenção do governo federal de privatizar empresas estatais e vender ativos como imóveis, para abater a dívida pública e reduzir despesas com juros. Para tirar as privatizações do papel, Guedes lembrou que nomeou Salim Mattar como secretário especial. "Eu trouxe o Salim Mattar, com apetite enorme, doido pra privatizar o máximo possível, doido pra passar a faca", afirmou Guedes.

Segundo o ministro, os ativos da União, incluindo as principais empresas estatais, inclusive as não listadas em bolsa, e somando os imóveis, poderiam render R$ 1,2 trilhão para os cofres públicos. "No final vai a (privatização da) Petrobras também, vai o Banco do Brasil, tem que ir tudo", afirmou.

As ações do "kit privatização" reagiram em alta. Eletrobras ON terminou o dia com ganho de 3,88%. Banco do Brasil ON subiu 0,86% e Petrobras ON e PN avançaram 1,05% e 0,21%, respectivamente, na contramão da queda do petróleo no mercado internacional. No caso específico da Petrobras, também tiveram relevância as afirmações de Guedes de que o governo está concluindo a negociação da cessão onerosa com a empresa.

"Toda vez que tivermos notícias sobre privatização de empresas estatais, mesmo que em parte, teremos movimentação desses papéis. Hoje sem dúvida foi um dia em que o mercado mostrou acreditar mais nisso", disse Victor Beyrut, da equipe de análise da Guide Investimentos.

Beyrut também ressalta a importância do mercado internacional no resultado desta sexta, uma vez que o dia foi considerado bastante positivo. O ponto mais importante, diz, foi o aceno de novos estímulos à economia da China, além das sinalizações de que os bancos centrais nos Estados Unidos e Europa vão manter a política acomodatícia.

O volume do setor de serviços no país recuou 0,3% em janeiro deste ano, na comparação com dezembro do ano passado. A queda veio depois de uma alta de 1% na passagem de novembro para dezembro. O dado, da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), foi divulgado hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar da queda de dezembro para janeiro, o volume de serviços avançou 2,1% na comparação com janeiro do ano passado e 0,3% no acumulado de 12 meses. A receita nominal caiu 0,3% na comparação com dezembro e avançou 5,6% na comparação com janeiro de 2018 e 3,1% no acumulado de 12 meses.

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A queda no volume de dezembro para janeiro foi provocada por recuos nos serviços de transportes e correios (-0,6%) e pelos serviços de informação e comunicação (-0,2%).

Apesar da queda média dos serviços, três dos cinco setores tiveram alta: serviços prestados às famílias (1,1%), serviços profissionais, administrativos e complementares (1,7%) e outros serviços (4,8%).

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, se posicionou como um liberal e, como tal, defendeu a privatização de 99% das estatais. Uma das poucas exceções seria o Banco Central, afirmou ao participar de evento na Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro

Segundo o executivo, a venda da Petrobras e de outras companhias públicas "foi sempre o sonho". "Não podemos ter tudo o que queremos, mas podemos tentar", afirmou em seguida, parafraseando música da banda Rolling Stones.

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Já que não pode vender a petroleira, sua intenção, à frente da Petrobras, é transformar a empresa "o mais próximo possível de uma empresa privatizada", complementou.

Ativos

O presidente da Petrobrás projeta a venda de US$ 10 bilhões nos primeiros quatro meses deste ano, dentro do seu programa de desinvestimento. "Tudo vai depender do mercado, da velocidade que vamos conseguir imprimir ao portfólio de desinvestimento", disse.

Em sua palestra, ele voltou a defender o foco no pré-sal, a venda de ativos, a desalavancagem e a disciplina de capital.

Regime de partilha

Castello Branco criticou o regime de partilha adotado pelo governo nos contratos de pré-sal. Em sua opinião, esse é mais um "empecilho à eficiência e produtividade" das empresas, entre elas a Petrobras.

Na palestra, o executivo ainda reiterou que a companhia não quer ser monopolista e que a competição, nos setores de gás natural e refino, deve contribuir para o desenvolvimento do mercado e da companhia.

Funcionários

O presidente da Petrobras defendeu que a empresa adote um modelo de gestão de pessoal que preveja consequências punitivas, que inclui a perda de cargo e demissões. Em sua opinião, os acionistas não podem ser afetados por erros da equipe de trabalhadores.

"O importante é criar valor para o acionista", disse o executivo, acrescentando que a segurança de operação está entre os pilares de sua administração.

Na palestra, Castello Branco reiterou que a empresa lançará em breve um programa de demissão voluntária.

Carne vegetal, ou "celular", patê à base de plantas, leite, ou caviar de algas: as "proteínas alternativas" aos produtos de origem animal são cada vez mais procuradas, e os investidores estão cientes disso, segundo especialistas reunidos na feira South by Southwest, no Texas.

"Em 2018, dezenas de empresas foram criadas neste setor em plena expansão", diz Olivia Fox Cabane, fundadora do empreendimento Kind Earth e líder da Aliança Internacional para as Proteínas Alternativas.

Ela tenta registrar com bastante precisão todos os recém-chegados e diz que é forçada a atualizar seu gráfico a cada duas semanas. Segundo ela, este filão da indústria agroalimentar é mais bem-sucedido do que as redes sociais em seu apogeu.

"Para todas as empresas que buscam financiamento, há dois ou três investidores. Nunca vi nada parecido no Vale do Silício", acrescentou Fox.

Além da Califórnia, os principais líderes do setor estão na Holanda, onde se inventou essas alternativas para carne e outros produtos de origem animal, assim como em Israel, aponta.

Por que tal avidez econômica por essas novas formas de alimentação? "Os consumidores querem", respondem em coro os participantes da conferência South by Southwest, um festival fundado em 1987 que está na vanguarda da inovação e de novas tendências, tanto socioculturais quanto tecnológicas.

E as novas tecnologias são, agora, capazes de satisfazer o público em geral, insiste Dan Altschuler Malek, membro do fundo de investimento New Crop Capital.

"A comida vegana apareceu décadas atrás, no final dos anos 1960, e era inicialmente destinada a consumidores 'éticos' que estavam dispostos a fazer sacrifícios. Mas foi apenas a partir da década de 1990 que se tornou mais apetitosa", explica.

"Agora estamos na terceira geração, e o consumidor não precisa mais renunciar ao sabor: as pessoas gostam porque é bom, não só porque é vegetal", diz.

Também para os investidores, "o gosto é o critério mais importante, o custo só vem em segundo lugar", garante Dan Altschuler Malek.

- Norma em 5 anos? -

Para evitar ficar de fora, a maioria dos grandes grupos agroalimentares também investe nessas novas proteínas.

Até mesmo a Tyson Foods, segunda maior produtora de carne dos Estados Unidos e maior exportadora mundial de carne bovina americana, entrou no negócio.

De acordo com a Fox, esta empresa é "a principal investidora em empresas que produzem 'carne celular'", a "verdadeira" carne produzida em laboratório com base em células musculares e adiposas.

Ainda há alguns avanços a serem feitos, em particular para avançar na produção em grande escala e oferecer substitutos para os produtos de consumo do dia-a-dia.

Altschuler Malek, por exemplo, gostaria de poder oferecer "costeletas de porco" vegetais. Mas já existe um substituto para o atum vermelho feito de tomates que, segundo ele, tem a aparência, textura e sabor do peixe cru usado na culinária japonesa.

Para o restante, é uma questão de tempo. "Em cinco anos, vejo um mundo onde essas proteínas alternativas não serão mais alternativas: elas se tornarão a norma, e vamos encontrá-las em todos os restaurantes, ou lojas", estima.

Os principais ingredientes destas proteínas alternativas são soja, feijão, grão-de-bico e glúten de trigo, mas outros estão ganhando terreno, como algas ou cogumelos, que parecem promissores.

Os investidores presentes em Austin não acreditam, no entanto, no entusiasmo por insetos que algumas empresas emergentes mostraram.

Além dos problemas de regulação sanitária que poderia representar, mais uma vez destacam o gosto dos clientes.

As proteínas baseadas em insetos "podem ter aceitação em algumas regiões, mas eu não vejo o consumidor médio saltando sobre esse tipo de produto", diz o CEO da Bid Idea Ventures, Andrew Ive.

Ao comentar a viagem que fará aos Estados Unidos no próximo domingo, 17, o presidente Jair Bolsonaro disse que quer se aproximar do país, mas ressaltou que a China é o principal parceiro comercial do Brasil. Bolsonaro falou sobre o assunto durante transmissão ao vivo no Facebook, na noite desta quinta-feira, 14. "Como sempre disse na pré-campanha e na campanha, queremos nos aproximar do mundo todo. Os Estados Unidos podem ser com toda certeza um grande parceiro. O nosso grande parceiro econômico é China, em segundo lugar os Estados Unidos", disse o presidente.

Sentado ao seu lado, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, lembrou que Bolsonaro confirmou viagem à China este ano após reunião com o embaixador chinês, na semana passada. "No segundo semestre vamos à China", afirmou Mandetta. "Vamos à China, está certo aí", confirmou Bolsonaro nesta quinta.

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O ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse que a visita aos EUA vai marcar a "retomada de uma parceria natural". "Infelizmente, nos últimos tempos essa parceria foi negligenciada. Parecia que qualquer parceria era boa até entrar os EUA", avaliou Araújo. O ministro disse que a parceria "pode voltar a ser essencial". "Evidentemente sem a exclusão de outras parcerias nossas", ponderou.

Em outubro, ainda como candidato, Bolsonaro queixou-se de que a China "não está comprando no Brasil, ela está comprando o Brasil". Após a eleição, em novembro, a China fez um alerta a Bolsonaro sobre os riscos econômicos de o Brasil seguir a linha do presidente Donald Trump e romper acordos comerciais com Pequim. Em editorial publicado pelo jornal estatal China Daily, Bolsonaro foi descrito como "menos que amigável" em relação à China durante a campanha e foi advertido sobre o custo do eleito querer ser um "Trump tropical".

No início do ano, o escritor Olavo de Carvalho, chamado de 'guru do Bolsonarismo', criticou a ida de uma comitiva de parlamentares do PSL à China para conhecer o sistema de reconhecimento facial do país e disse que, se fosse de fato guru do governo, isso não aconteceria. "Instalar esse sistema nos aeroportos brasileiros é entregar ao governo chinês as informações sobre todo o mundo que mora no Brasil", afirmou Olavo. O escritor é responsável pela indicação de alguns nomes do governo, entre eles Ernesto Araújo (Relações Exteriores). Olavo deve participar de encontro com Bolsonaro nos EUA.

Acordo

Na transmissão, Bolsonaro confirmou que assinará com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um acordo para uso comercial da base de Alcântara. Ele fez um apelo para que os parlamentares posteriormente chancelem o acordo. "Desde o governo Lula nós tentamos esse acordo e não tivemos sucesso, muito mais por uma questão ideológica do que técnica", declarou. "Estamos perdendo dinheiro naquela região há muito tempo." Além dos acordos, o governo deve tratar de outras áreas como energia, segurança e defesa, biodiversidade e agricultura. Também citou que a crise na Venezuela será debatida.

O Brasil publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 14, a permissão de retomada das compras de peras e maçãs da Argentina. A resolução número 2, de 13/3/2019, do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas do Ministério da Agricultura, foi assinada pelo diretor do departamento brasileiro, Carlos Goulart.

A decisão foi comemorada pelo secretário de Governo do Agronegócio da Argentina, Luis Etchevehere, conforme consta no site do órgão governamental do país vizinho. "Com a publicação no Diário Oficial do Brasil, o acordo com as autoridades daquele país foi cumprido e agora estamos em posição de reiniciar o comércio das frutas argentinas para o Brasil", disse Etchevehere.

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O presidente do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) da Argentina, Ricardo Negri, acrescentou: "Agora cabe a nós e a todos os atores da cadeia de pera e maçã, públicos e privados, fazer de tudo para manter esse mercado aberto, o que significa muitos empregos em Río Negro, Neuquén e Mendoza".

Desde março de 2015 as importações de maçãs, peras e também marmelo frescos da Argentina estavam suspensas pelo Brasil, em virtude da presença da praga Cydia pomonella, conhecida como traça-da-maçã, em carregamentos provenientes daquele país. A C. pomonella, que pode causar sérios prejuízos à fruticultura, foi erradicada no Brasil em 2014, e a suspensão visava à proteção dos pomares brasileiros.

A secretaria argentina informou que, para liberar o comércio, foram feitas reuniões, no Brasil, entre autoridades do Senasa e do Serviço de Proteção de Plantas e de Certificação Fitossanitária da Argentina com a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura brasileiro.

"Graças a uma gestão conjunta com o presidente da Senasa, Ricardo Negri, conseguimos este acordo. Quero enfatizar a disposição das autoridades brasileiras, especialmente a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para encontrar, em tão pouco tempo, uma solução para o assunto", disse na ocasião das reuniões o secretário de Governo da Agroindústria da Argentina, Luis Etchevehere.

"No acordo foram aceitas as propostas da Argentina, que consistem em intensificar o monitoramento e controle da produção de ambas as frutas para esta safra", afirmou Negri, da Senasa, acrescentando que será necessário que todos os atores da cadeia continuem gerando confiança nos mercados internacionais, "apesar desta crise específica".

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do prêmio principal do Concurso 2.133 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite dessa quarta-feira (13) em Itupeva (SP).

As dezenas sorteadas são: 19 - 20 - 26 - 51 - 52 - 57. O próximo concurso será sorteado no sábado (16) e tem prêmio estimado em R$ 11 milhões.

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A quina teve 32 apostas ganhadoras, e cada uma vai receber prêmio de R$ 58.792,56.  A quadra saiu para 2.790 apostas que receberão, cada uma, R$ 963,31.

Até 17 de março, o Shopping RioMar Recife promove a ‘Semana do Consumidor’. A ação promete ofertas de produtos oferecidas pelos lojistas aos clientes, além de uma apresentação do cantor Adílson Ramos.

O evento celebra o Dia do Consumidor, comemorado em 15 de março. “A Semana do Consumidor RioMar apresentará oportunidades de consumo com benefícios e vantagens oferecidos pelas lojas em comemoração ao período, envolvendo todos os segmentos, inclusive alimentação”, detalha a gerente de marketing do RioMar Recife, Denielly Halinski.

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De acordo com o centro de compras, 80% das lojas aderiram à campanha. Também foi criado um site que apresenta aos clientes os produtos considerados em oferta. 

O show de Adílson Ramos será realizado no sábado (16), às 20h, na Praça de Eventos 01. O evento é gratuito. O RioMar fica na Avenida República do Líbano, 251, bairro do Pina, Zona Sul do Recife.

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